Política da Suécia que foi primeira-ministra por menos de um dia é eleita novamente para o cargo

Na semana passada, Magdalena Andersson foi eleita e renunciou no mesmo dia, após sofrer uma derrota numa votação parlamentar. Eleição para o Legislativo está marcada para 2022


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A atual Ministra das Finanças da Suécia e líder social-democrata, Magdalena Andersson, concede entrevista coletiva após ser nomeada como a nova primeira-ministra do país, em 24 de novembro de 2021, e será a primeira mulher a ocupar o cargo (Foto: Erik Simander/TT News Agency via Reuters)

A líder dos social-democratas da Suécia, Magdalena Andersson, foi eleita primeira-ministra pelo Parlamento nesta segunda-feira (29) —é a segunda vez que ela é escolhida, há uma semana ela foi eleita e renunciou poucas horas depois, por falta de apoio.

Andersson, a primeira mulher a ocupar o cargo de chefe de Governo na Suécia, era ministra das Finanças até agora.

Ela foi eleita com 173 votos contrários dos deputados, 101 a favor e 75 abstenções. Na Suécia, um governo é aprovado se a maioria absoluta (175 deputados) não vota contra a candidatura.

As eleições legislativas no país estão previstas para setembro de 2022 e devem ser muito acirradas.

O desafio da nova premiê será conseguir manter os social-democratas no poder, no momento em que o partido registra seu menor índice histórico de aprovação.

Na quarta-feira da semana passada, o Partido de Centro anunciou que não iria apoiar o orçamento do governo, devido ao acordo anunciado com o Partido de Esquerda. Magdalena Andersson sofreu, assim, sua primeira derrota e, pouco depois, renunciou.

Fonte: G1

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