“Pra mim lugar de cachorro era na rua, mas mudei depois de conhecer o Pumba”, fala Jorge Marleu de Castro

Estrelense relata a rotina de quem cria um pet em apartamento


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Jorge M. de Castro com o cachorro Pumba (Foto: Joel Alves)

Natural de Bom Retiro do Sul, mas morando há 40 anos na cidade de Estrela, Jorge Marleu de Castro (68) sempre foi da opinião de que lugar de animais é na rua e não dentro de casa. “Pra mim lugar de cachorro era na rua, mas mudei depois de conhecer o Pumba”, fala sorrindo Castro.

Morando em um apartamento no centro de Estrela, Castro não gostou quando a filha Cláudia trouxe para casa um cachorro da raça ‘pug’, cão de pequeno porte e originário da China, mas aos poucos o cãozinho foi conquistando a família.


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Por morarem em um apartamento, é preciso que diariamente alguém leve o animal para passear e fazer suas necessidades na rua, assim evitam o estresse do cão. Logo no início Castro nem pensava em sair de casa com um cachorro na coleira, mas aos poucos Pumba foi o conquistando.

Apesar de aposentado, Castro continua trabalhando, mas levanta mais cedo só para poder passear com Pumba antes de tomar café e ir para a empresa. “Hoje sou o mais apegado ao cachorro, até converso com ele, e ele me entende”, fala Castro.

Ter um pet em apartamento requer cuidados diários. A família não gasta muito em pet shop, mas Pumba possui seu próprio shampoo, adereços, caminha, se alimenta com uma ração especial e é levado para passear quatro vezes por dia.

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