Prefeito de Bagé vira réu em processo criminal sobre fraudes na coleta de lixo

Divaldo Lara (PTB) e outras cinco pessoas são processadas por oito fatos considerados criminosos entre os anos de 2017 e 2018


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Foto: Divulgação

O prefeito de Bagé Divaldo Lara (PTB) virou réu em um processo criminal sobre fraudes na contratação de empresa para recolher o lixo na cidade. A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul aceitou a denúncia do Ministério Público por crimes como organização criminosa e desvio de verbas públicas, no dia 26 de maio.

Lara e outras cinco pessoas são processadas por oito fatos considerados criminosos entre os anos de 2017 e 2018. Os promotores do MP dizem que o prefeito de Bagé “aproveitou-se da condição de chefe do poder executivo” para efetivar pagamentos indevidos a empresa Lupi Soluções Ambientais. “Tendo atuação determinante em diversas fraudes e dispensas licitatórias, influenciando e orientando na ação ilícita de seus asseclas”.

De acordo com a denúncia, o superfaturamento teria alcançado R$ 1.277.893,58, pela cobrança em duplicidade do lixo levado ao aterro municipal.

Em nota, o advogado Jader Marques, que defende os sócios da empresa Lupi Soluções Ambientais Rogério Dos Anjos Meirelles e Cassius Fagundes Reginatto, também réus no processo, afirma que o recebimento da denúncia é normal nesses casos. “A partir de agora, aberta a fase de apresentação de alegações e de provas, será possível mostrar a inocência dos empresários e a improcedência da acusação”, diz Marques.

Fonte: G1

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