Prefeitos e vereadores podem evitar a privatização da Corsan

Sindiágua conscientiza gestores municipais quanto aos riscos da quebra de contrato com a estatal


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Entrevista no Programa Encontro Maior com Renato Worm (Foto: Divulgação)

O projeto que tramita na Assembleia Legislativa do Estado e que trata da privatização da Corsan está sendo analisado em regime de urgência. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgoto do Estado do Rio Grande do Sul, Arilson Wünsch, concedeu entrevista ao Programa Encontro Maior da Rádio do Vale.

O Sindiágua é contrário à matéria, pois resultaria em aumento de tarifas, fim das tarifas sociais para consumidores em situação de vulnerabilidade e redução da qualidade dos serviços para os municípios menores. Arilson Wünsch relatou que com a privatização, a Corsan possivelmente deixaria de possuir escritórios na maioria das cidades do Estado.


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O Sindiágua trabalha neste momento na conscientização de prefeitos e vereadores. Eles podem ser fortes aliados na rejeição da proposta, pois correriam riscos de improbidade administrativa com a quebra de contrato com a Corsan. A partir da privatização, os atuais acordos seriam extintos e os municípios não receberiam nenhum valor adicional.

O projeto de privatização da Corsan foi encaminhado à Assembleia Legislativa no dia 12 de julho e deve ser votado em agosto, junto com outra proposta, que institui a regionalização dos serviços. GL

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