Presidente da Fecomércio-RS afirma que fechamento por mais uma semana será impossível para o setor

“Mais desemprego vai acontecer”, lamenta Luiz Carlos Bohn, que pede por flexibilizações na bandeira preta ou retorno da cogestão.


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Foto: Divulgação

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, diz que assusta aos comerciantes a possibilidade de uma segunda semana consecutiva de bandeira preta para todas as regiões do estado, que deve ser confirmada pelo governo do estado nesta sexta-feira (5). Em entrevista ao Redação no Ar desta quinta (4), Bohn defendeu que o governo gaúcho flexibilize os protocolos da bandeira preta ou, então, que autorize novamente a cogestão para que os prefeitos tenham autonomia para decidir conforme a realidade de cada região.


ouça a entrevista

 


 

O líder empresarial ressaltou que espera estabilização do número de casos de Covid-19 para que o governador Eduardo Leite (PSDB) possa, na próxima semana, acenar com alguma flexibilização. Bohn afirma que o fechamento total por mais uma semana seria impossível para o setor. “Mais desemprego vai acontecer”, lamenta.

O presidente da Fecomércio-RS destaca que em outros momentos que o estado teve bandeira preta foram situações localizadas em algumas regiões, e não generalizado. Por isso, agora o impacto é maior. Para Bohn, as restrições das atividades comerciais agora serão mais pesadas para o setor do que foram em 2020, no começo da pandemia de coronavírus.

O empresário diz que o comércio será penalizado em momento de mudança de estação, renovação de estoque e próximo ao período de alta de vendas do Dia das Mães.

3 Comentários

  1. Tem que abrir, vai ter muito desemprego, mp tem que tomar uma iniciativa, olhar para os comerciantes, anda nas cidades em horário de pico, tem muito movimento, isso me deixa indignado, de vez fechar vamos se unir, porque juntos somos mais fortes, usar as escolas, que estão fechadas para fazer teste de covid, fazer UTI, aposto se falar com o comércio, cada empresário ajuda com algum valor, para comprar equipamentos, mas fechar está na contra mão, trabalhar é essencial, todo trabalho é preciso.

  2. O momento não é de achar culpados, ou apenas falar o momento é de agir, pois vidas estão sendo perdidas, mas tudo tem que caminhar junto, tanto a saúde, como a economia, quem aponta o que é essencial ou não, que serviço é mais importante que o outro, sendo honesto qualquer serviço é maravilhoso, então a população e os governantes tem que se organizar e ver o que é melhor, seu leite vai fala com povo, sai de seu gabinete, olha para dentro de uma loja,e se coloca no lugar do dono da loja, que daqui a pouco está com depressão,pois tem contas a pagar.

  3. Não há uma solução fácil ou certa para a atual situação da pandemia no estado, mas todos devemos considerar o que é mais importante para cada um, a economia, ou a saúde e bem estar de nós e das pessoas que amamos, como nossos avós, pais, filhos? Devemos refletir que nesse momento não há mais vaga nas uti’s, e se precisarmos ficar internados, poderemos morrer na fila de espera, ou ver morrer nosso pai, nossa mãe, ou nossos filhos. Reflita e considera o que você está disposto a arriscar.

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