Primeiro caso confirmado de Covid-19 completa dois anos no RS

Um homem de 60 anos, morador do município de Campo Bom, no Vale do Sinos, foi o primeiro a testar positivo no Estado


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Foto: Reprodução / Shutterstock

Há dois anos, no dia 10 de março de 2020, o Rio Grande do Sul confirmava o primeiro caso da infecção pelo coronavírus. Naquela data, a doença não tinha nem mesmo um nome e o grau de contaminação era considerado de uma epidemia, visto que somente no dia seguinte a Organização Mundial de Saúde (OMS) elevaria o grau para pandemia e daria à enfermidade causada pelo vírus o nome de Covid-19. Um homem de 60 anos, morador do município de Campo Bom, no Vale do Sinos, foi o primeiro a testar positivo no Estado, após retornar de uma viagem à Itália, epicentro da infecção no início daquele ano.

Depois disso, o número de casos foi acelerando progressivamente. Um ano depois, já eram mais de 870 mil os infectados, passando de um milhão de gaúchos com Covid-19 em abril. Com a variante ômicron, um novo pico fez com que a quantidade de casos confirmados disparasse para mais de 2 milhões no último mês de janeiro. A média móvel de casos chegou a ser de 19 mil no dia 25 de janeiro de 2022, o recorde até aqui. Hoje, já são mais de 2,2 milhões de infectados, havendo queda na média móvel. Com dados ainda em atualização na data da reportagem, o sistema do Painel Coronavírus do governo estadual mostrava a média móvel de 1,5 mil casos no último dia 8 de março.

Ao longo desses 24 meses, muita coisa mudou. Além da máscara, que hoje tem sua flexibilização discutida, cuidados reforçados com a higiene e atividades profissionais de forma remota, por exemplo, entraram na rotina de todos nós. A grande mudança de quadro, no entanto, é o avanço da vacinação contra a Covid-19. Na população vacinável, com cinco anos de idade ou mais, 91,7% dos residentes no Estado tomaram pelo menos uma dose da vacina. Entre os adultos, a partir dos 18 anos, 90,7% das pessoas completou o esquema vacinal com a segunda dose e 43,6% recebeu doses de reforço.

Fonte: Correio do Povo

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