Príncipe Philip deixa hospital no Reino Unido após tratamento cardíaco

Duque de Edimburgo, de 99 anos, estava internado desde o começo de fevereiro para tratar uma infecção não relacionada à Covid-19


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Foto: Reprodução / CNN

O príncipe Philip, marido da Rainha Elizabeth II, deixou um hospital em Londres nesta terça-feira (16) após uma internação de quatro semanas para tratamento de uma infecção e para fazer um procedimento cardíaco.

O duque de Edimburgo, de 99 anos, foi internado no hospital King Edward VII’s em 16 de fevereiro após se sentir mal para receber tratamento para uma infecção não especificada, mas não relacionada à Covid-19.

Ele foi transferido no início de março para um centro cardíaco especializado em outro hospital de Londres, onde foi submetido a um procedimento para uma doença cardíaca pré-existente.

Uma testemunha disse que o duque deixou o hospital King Edward pouco depois das 7h30 (horário de Brasília) desta terça. Não houve nenhum comentário imediato do Palácio de Buckingham.

Desde que foi internado, o duque foi visitado publicamente apenas por seu filho e herdeiro, o príncipe Charles. A rainha, de 94 anos, permaneceu no Castelo de Windsor, onde o casal ficou durante a pandemia do novo coronavírus, e continuou cumprindo suas funções oficiais por vídeo.

No entanto, durante sua internação no hospital, a família real se viu envolvida em sua maior crise em mais de duas décadas, após a entrevista a Oprah Winfrey concedida pelo príncipe Harry e sua esposa, Meghan Markle.

Durante a entrevista, Meghan disse que um membro da família real fez um comentário racista enquanto Harry criticou seus parentes por não terem enfrentado o que ele considerava um tratamento abusivo da imprensa para sua esposa.

Harry também disse que seu pai, Charles, o decepcionou e que ele se sentiu preso em sua vida real.

A manifestação levou o Palácio de Buckingham a emitir uma declaração em nome da rainha, dizendo que ela estava triste com o que eles disseram, enquanto o irmão mais velho de Harry, William, disse a repórteres: “Não somos uma família racista”.

Fonte: CCN Brasil

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