Projeto “O crochê sai às ruas” começa a embelezar e colorir a cidade de Bom Retiro do Sul

Trabalho faz parte do projeto de revitalização da cultura municipal


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Foto: Fernando Dias/Divulgação

Com o objetivo de manter viva as artes manuais, um grande patrimônio cultural, transmitida entre muitas gerações, o Espaço Mais Cultura de Bom Retiro do Sul lançou o projeto “O crochê sai às ruas: uma mostra de cores e tradição cultural”, valorizando a arte ancestral do crochê. O projeto é realizado pela Coordenadoria de Cultura, através de uma das coordenadoras Lene Petry, com peças produzidas em casa pelas colaboradoras Jussara, Sinara e Isabel. O trabalho faz parte do projeto de revitalização da cultura municipal e conta com a parceria dos departamentos da Secretaria Municipal de Educação e Cultura.

Conforme Lene, nesta primeira etapa, peças que já estavam prontas a partir de oficinas realizadas na antiga Casa de Cultura, assim como as novas peças confeccionadas, foram colocadas em troncos de árvores na área externa do Espaço Mais Cultura, junto ao Parque Pôr do Sol, na última terça-feira (20), dando início ao projeto. “Esta é uma grande oportunidade de reavivar na comunidade o hábito e o prazer pelo crochê, valorizando principalmente o trabalho dos artesãos locais. Além do Espaço Mais Cultura, vamos fazer outras intervenções artísticas com crochê na área urbana do município, colorido outras árvores com peças de arte genuínas, todas elaboradas em crochê, dando mais vida e cor ao nosso lindo município”, destacou Lene.

O projeto “O crochê sai às ruas: uma mostra de cores e tradição cultural” terá continuidade com a implantação de oficinas de crochê e mais adiante, a possibilidade da comunidade adotar e enfeitar árvores na via principal do município com crochê. “Com as oficinas, queremos compartilhar as técnicas e as habilidades que envolvem o crochê e pelo projeto adote uma árvore, nossa intenção é criar um mutirão social e cultural em prol da beleza e da autoestima, colorindo nossas figueiras centenárias. Todos estão convidados a participar e manter viva a habilidade e a cultura de gerações em fazer crochê”, completou Lene Petry.

Para a comunidade que desejar participar das oficinas, doar algum material como lã, linhas ou agulhas, ou apenas confeccionar as peças de casa, pode entrar em contato pelo telefone 3766-3785 e manifestar seu interesse. AI/VM

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