Promotora deixa caso de menina estuprada que foi impedida de abortar em SC, diz MP

Há duas investigações abertas contra Mirela Dutra Alberton


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Mirela Dutra Alberton (Foto: PM Garopaba / Divulgação)

A promotora de Justiça Mirela Dutra Alberton não atua mais nos processos relacionados ao caso da menina de 11 anos que ficou grávida após estupro em Santa Catarina, segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). Ela deixou o caso em 30 de junho.

Contra Alberton há duas investigações abertas. Uma pela Corregedoria do Ministério Público do Estado e outra pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O MP informou que não pode repassar mais informações porque o processo está em segredo de Justiça.

O CNMP também disse que procedimento tramita em sigilo por se tratar de crime contra a dignidade sexual envolvendo uma criança. A interrupção da gestação da criança ocorreu em 22 de junho, segundo o Ministério Público Federal, após uma recomendação feita ao Hospital Universitário de Florianópolis (HU).

Fonte: G1


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