Psicóloga orienta como fazer filtro de perfis em aplicativos de relacionamento

Uma pesquisa recente mostrou que o Brasil é o segundo país no mundo que mais utiliza os aplicativos para esta finalidade


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Psicóloga Emili Ferrari trabalha com mentorias (Foto: Tiago Silva)

O comportamento das pessoas em relacionamentos mediados por aplicativos de celular foi a pauta da entrevista desta terça-feira (26) do Troca de Ideias com a psicóloga Emili Ferrari, que trabalha com mentorias para relacionamentos. Uma pesquisa recente mostrou que o Brasil é o segundo país no mundo que mais utiliza os aplicativos para esta finalidade.

Conforme ela, com a pandemia, quebrou-se um tabu e as ferramentas ganharam mais espaço. Ela avalia que há prós e contras. Segundo a psicóloga, o positivo é que dá para fazer uma filtragem para a escolha de parceiros e parceiras pela atração visual (a seleção das fotos ajuda a vender o perfil), pelos assuntos e pela forma de abordagem. A partir disso é possível buscar, por exemplo, desde um relacionamento ou então encontros casuais.

Dessa forma, há cuidados que devem ser observados para não se colocar em risco e evitar problemas no ambiente virtual e no presencial para não cair em armadilhas. Emili indica buscar pessoas em comum, fazer uma busca do perfil, observar suas redes sociais, ver com quem se relaciona, as suas postagens e assuntos de interesse.

De acordo com a psicóloga, saber interpretar esses sinais e marcar encontros em locais públicos, pelo menos os primeiros, com válvulas de escape, é interessante para evitar aborrecimentos. “Quanto mais informações e conferir, acho importante”, orienta.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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