Qual a importância de sonhar?

Por que alguns sonham muito e não realizam nada, enquanto outros conseguem materializar os seus sonhos?


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Gustavo Bozetti, diretor da Fundação Napoleon Hill e MasterMind RS

Sócrates foi um filósofo ateniense do período clássico da grécia antiga. Considerado para muitos o filósofo mais importante de todos os tempos, Sócrates é, também, considerado um dos fundadores da filosofia ocidental. Alguns defendem que Sócrates foi uma espécie de “mentor” de Platão, que relatou sua obra através dos “diálogos de Platão”. Alguns, inclusive, questionam a existência de Sócrates em função de haver alguns pontos que intrigam pesquisadores quanto a comprovações da sua existência. Alguns dizem que Sócrates foi uma criação de Platão.


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O importante é o legado deixado por Sócrates, como, por exemplo, o “método socrático”, técnica de investigação filosófica feita através de diálogo, também chamada de “maiêutica socrática”, que é a arte de parir a verdade. Existem filósofos pré-socráticos e filósofos pós-socráticos, o que já é uma senhora referência ao dividir a história.

Há uma passagem que conta que um discípulo se aproximou de Sócrates clamando por sabedoria. Sócrates mergulhou a cabeça do seu discípulo em um riacho por alguns instantes, até que lhe faltasse o ar. Ao indagar o jovem discípulo sobre o que ele havia pensando enquanto estava com o rosto submerso, o jovem respondeu que não pensava em mais nada, além do ar que ele precisava para respirar. Sócrates então disse ao seu discípulo que se ele buscasse sabedoria com a mesma intensidade que ele pensava no ar que precisava para respirar, ele se tornaria uma pessoa sábia.

Esse ensinamento serve para mim e para você até os dias de hoje. Se quisermos profunda e verdadeiramente algo assim como necessitamos do ar para respirar, o que buscamos tende a se materializar.

O desafio é que, na grande maioria das vezes, as pessoas querem algo, mas quando chega a hora de pagar o preço daquilo que elas querem, elas acabam deixando seus sonhos e seus objetivos de lado, tomando decisões equivocadas e postergando (ou abandonando) seus sonhos.

Se quisermos algo com a mesma intensidade que queremos o ar enquanto estivermos submersos, aquilo que queremos estará muito mais próximo de nós do que podemos imaginar. Estaremos dispostos a “pagar o preço” para obter aquilo que queremos.
Como estão os seus sonhos? Você realmente tem pensado neles como se eles fossem o ar que você respira? Pense nisso. Forte abraço e até a vitória, sempre.

Gustavo Bozetti (@gustavobozetti), diretor da Fundação Napoleon Hill e MasterMind RS

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