Queda na disseminação do coronavírus não significa relaxamento de medidas preventivas, enfatiza Marcelo Caumo

Prefeitura de Lajeado concentra esforços em conter uma eventual segunda onda de disseminação do vírus no município.


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Foto: Tiago Silva

O prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, diz que a comemoração pela queda no número de internações por coronavírus no município não pode significar relaxamento na adoção de medidas de higiene sanitárias. “Não podemos relaxar”, sustenta.


ouça a entrevista

 


Em entrevista no programa Troca de Ideias desta sexta-feira (19), ele explicou que a administração municipal concentra esforços em conter uma eventual segunda onda de disseminação do vírus. Para isso, o município foi dividido em seis regiões de atuação, onde a prefeitura dialoga com líderes locais e incentiva a adoção de práticas como o uso de máscaras caseiras.

Caumo ressalta que a administração, desde o começo da pandemia, adotou a postura de compartilhar “informações reais, efetivas e transparentes”, ao comentar os altos números de casos confirmados em Lajeado, provenientes da testagem massiva.

O município e a região do Vale do Taquari devem ficar na novamente na bandeira laranja na classificação de risco do modelo de Distanciamento Controlado do RS. Caumo percebe Lajeado com números favoráveis atualmente. Porém, o governo do estado observa a região como um todo, e outros municípios tiveram piora em seus indicadores, lembra ele.

Lajeado, que já chegou a ter 66 pessoas ativas com a Covid-19, atualmente tem 12. Conforme o prefeito, quando a disseminação de estabilizou, houve uma queda acentuada nos casos ativos. Caumo explica que esse fator fez com que a Vigilância Epidemiológica do município pudesse, novamente, retomar ao foco inicial de atuação, que é no rastreamento dos focos e isolamento dos casos confirmados. “Isso é uma grande vitória”, valoriza.

A região tem uma média semanal de cinco a seis óbitos por coronavírus. “Esse é um número que ainda nos preocupa sempre, porque a doença é muito feroz naquelas pessoas que têm alguma comorbidade ou idade avançada”, lamenta o prefeito.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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