“Reabertura com qualificação”, destaca prefeito de Lajeado sobre criação de nova UTI Pediátrica

Nova estrutura terá mais leitos. Município e HBB receberam aval para que solicitem a criação da nova UTI Pediátrica para a região nesta segunda-feira


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Prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo (Foto: Gabriela Hautrive / Arquivo)

“Reabertura com qualificação, porque a gente vai estar ampliando (a capacidade de atendimento)”, destaca o prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, sobre a criação da UTI Pediátrica. Anteriormente, eram dez leitos de UTI Pediátrica e Neonatal, juntas, uma estrutura mista. Com a criação da nova UTI, serão dez leitos para cada especialidade, projeta.

A novidade foi anunciada na tarde desta segunda-feira (19) após uma reunião com representantes do Ministério da Saúde, Secretaria Estadual da Saúde, Município e HBB. O encontro virtual resultou no aval ao município e ao Hospital Bruno Born para que solicitem a criação da nova UTI Pediátrica para a região.


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Conforme o projeto preliminar do HBB, a instalação da nova UTI Pediátrica tem um custo estimado de R$ 1.750.000,00 para as obras de reformulação do espaço, outros R$ 1.550.000,00 para aquisição dos equipamentos necessários e, posteriormente, recursos no valor de R$ R$ 400.000,00 para custeio (manutenção, ou seja, recursos para pagamento de salários dos profissionais e dos insumos e medicamentos utilizados) dos leitos a serem criados.

Os recursos para a instalação serão provenientes da União. Já o custo fixo de manutenção será analisado pelo Estado, após o HBB fazer a projeção de gastos com a estrutura, explica Caumo.

Agora, município e hospital darão encaminhamento aos pedidos e à documentação necessária para a obra e aquisição dos equipamentos, por meio de um sistema específico de solicitações do ministério, e, paralelamente, ao pedido de habilitação dos leitos.

Segundo Caumo, a necessidade de utilização da UTI para pacientes de Lajeado é “muito pequena.” Por isso, está sendo feita a solicitação de habilitação para toda macrorregião — Lajeado, Santa Cruz do Sul e Cachoeira.

Transição

“Lajeado mantém um contrato diferenciado com o HBB. Dependendo da complexidade, consegue se fazer o atendimento aqui”, explica. “Se é um serviço que não está estruturado, aí o hospital faz a busca junto a secretaria para ver qual o caminho mais indicado. A gente espera e acredita que este período de transição é por pouco tempo.”

Texto: Rodrigo Gallas
web@independente.com.br

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