“Respeito com o nosso ouvinte é fundamental”, afirma Jacy Pretto, que há 42 anos atua no meio rádio

O comentarista relembrou sua trajetória durante programa especial que celebrou o aniversário da Rádio Independente


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Jacy Pretto durante entrevista ao programa Troca de Ideias (Foto: Rogerinho Schmidt)

Nesta segunda-feira, 1º de abril, a Rádio Independente comemora 73 anos de atividades, e uma programação especial foi realizada na Rua Júlio de Castilhos, no Centro de Lajeado. Um dos programas transmitidos ao vivo em frente a Joalheria Lenz foi o Troca de Ideias, que contou com a participação do comentarista Jacy Pretto.

A relação de Pretto com o meio rádio surgiu através do esporte, já que suas primeiras atividades foram como jogador de futebol. Por ter vivido os bastidores da vida de atleta, incluindo os momentos de concentração e as dificuldades, ele considera que cada experiência o preparou para atuar na comunicação. “Isso tudo me ajudou na verdade a conhecer o mundo onde eu estou hoje trabalhando”.

Após sofrer uma lesão no joelho aos 26 anos, ele perdeu a condição de treinamento e decidiu jogar apenas amadoramente. Com um curso de arbitragem no currículo e conhecimento também no futebol de salão, Pretto passou a atuar como analista de arbitragem na Rádio Independente por volta de 1978, época em que teve os primeiros contatos com o microfone. Desde então, ele seguiu as atividades também em outras áreas, com a produção de reportagens e entrevistas sobre diversos assuntos. “Tive um envolvimento, porque era o único cara que a rádio tinha, não precisava anotar quilometragem nem quem ia sair com o carro”, brinca Pretto.

“Repórter é Tatu”

Com 42 anos de trabalho no meio rádio, Jacy Pretto hoje comenta as partidas de futebol transmitidas pela Rádio Independente, e afirma que a cobertura presencial dos jogos favorece a reportagem. “A viagem já te dá uma dinâmica de pauta pra poder ter um trabalho de equipe”, avalia. De acordo com ele, o trabalho do repórter é “cavocar” em busca dos assuntos. “Se ele não é tatu, ele não é repórter. Se ele não cavocar está fora”. Ainda durante o Troca de Ideias, Pretto relatou que uma das maiores lições que aprendeu com o ex-diretor-presidente do grupo, Lauro Mathias Müller, é que as informações devem ser dadas aos ouvintes prezando sempre pela credibilidade.

Texto: Eduarda Lima
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