Rio Grande do Sul tem 202 óbitos e 1.278 novos casos de Covid-19 neste sábado

Estado chega a 859.253 infectados e 20.436 vítimas; 1.175.561 gaúchos já receberam a primeira dose da vacina


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Foto: Reprodução / Shutterstock

O Rio Grande do Sul registrou 202 óbitos e 1.278 novos casos informados pela Secretaria Estadual da Saúde e neste sábado (3). Dentre as mortes, 13 (6,4%) são de moradores do Vale do Taquari. Porto Alegre foi o município com maior número de vítimas (27), seguido de Caxias (22) e Pelotas (13).

Agora o Rio Grande do Sul soma 859.253 pessoas já infectadas com a Covid-19. O número estimado de recuperados é de 820.741 (95,5%), 18.005 (2,1%) estão em acompanhamento e 20.436 pessoas morreram (2,4%).

Leitos e vacinação

Dos 3.387 leitos de UTI disponíveis no estado, 3.284 estavam ocupados na noite deste sábado, o que representa 97%.

Até o momento 1.175.561 gaúchos receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 (10% da população) e 305.626 já estão imunizados com a segunda dose (2,6%).

Brasil

O Brasil registrou 1.931 mortes por Covid nas últimas 24 horas, totalizando neste sábado (3) 330.297 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias ficou em 2.800. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +24%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h deste sábado. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Já são 73 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de mil; o país completa agora 187 dias com essa média acima dos 2 mil mortos por dia; é o oitavo dia com a média acima da marca de 2,5 mil.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 12.952.621 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 40.242 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 66.198. Isso representa uma variação de -10% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.

Texto: Ricardo Sander
ricardosander@independente.com.br

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