RS registra 41 óbitos e 5.211 novos casos de covid no RS

Há dois anos, no dia 10 de março de 2020, o Estado confirmava o primeiro caso da infecção pelo coronavírus


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Foto: Reprodução/shutterstock

O Rio Grande do Sul registrou nesta quinta-feira (10), 41 óbitos e 5.211 novos casos de covid. Agora, o Estado chega a um total de 2.202.873 casos confirmados. Desses, 2.141.304 são considerados recuperados (97,2%); Em acompanhamento 22.794 (1%) e 38.647 pessoas morreram em decorrência do coronavírus (1,7%).

Leitos

Às 17h desta quinta-feira (10), 58,5% dos leitos de UTI do estado estavam ocupados. Eram 1.800 pacientes para 3.078 leitos disponíveis.

Vacinação

O RS registra até esta quinta-feira (10), 9.518.265 pessoas vacinadas com a primeira dose da vacina contra a covid, o que representa 83% dos 11.466.630 habitantes gaúchos. Desses, 8.298.914 já receberam a segunda dose (72,3%); e 305.845 receberam dose única (2,6%), totalizando 8.604.759 pessoas com o ciclo vacinal completo (75%); e ainda 3.872.076 de pessoas com a dose de reforço (31,4%).

Primeiro caso

Há dois anos, no dia 10 de março de 2020, o Rio Grande do Sul confirmava o primeiro caso da infecção pelo coronavírus. Naquela data, a doença não tinha nem mesmo um nome e o grau de contaminação era considerado de uma epidemia, visto que somente no dia seguinte a Organização Mundial de Saúde (OMS) elevaria o grau para pandemia e daria à enfermidade causada pelo vírus o nome de Covid-19. Um homem de 60 anos, morador do município de Campo Bom, no Vale do Sinos, foi o primeiro a testar positivo no Estado, após retornar de uma viagem à Itália, epicentro da infecção no início daquele ano. Depois disso, o número de casos foi acelerando progressivamente.

Brasil

Conforme informações do site G1, o Brasil registrou nesta quarta-feira (9) 652 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 653.588 óbitos desde o início da pandemia. Acre e Roraima não registraram mortes. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 505 – acima da marca de 500 depois de seis dias. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -36%, indicando tendência de queda nos óbitos decorrentes da doença.

Texto: Rita de Cássia
redacao@independente.com.br

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