Saúde, meio ambiente e educação

Confira o comentário do engenheiro agrônomo Nilo Cortez.


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A natureza nos deu de presente a saúde e o meio ambiente e cabe a nós entrar com a educação. Um não vive sem o outro estão amarrados. Se não entendermos isto nos daremos mal.

O COVID tem ocupado os espaços dos noticiários no momento. Use mascara, lave as mãos e nada de aglomeração parece tão simples. E quantos sem máscara ou com ela no queixo e grupinhos e festas acontecendo. Quanto discurso, mas, na prática pouco. Quem se cuida vai pagar a conta?

No MEIO AMBIENTE não tem sido diferente. A defesa “verbal” é uma coisa e os procedimentos no dia a dia outra. O Brasil tem seus dados econômicos positivos na agricultura e exportações do agronegócio.

Em contrapartida precisa provar aos seus “clientes” que está fazendo sua parte na área sanitária e ambiental de forma clara e persuasiva. Nos cobram sanidade dos rebanhos, preservação ambiental na produção de alimentos e boas práticas na sua transformação. E ainda, que estes produtos estão dentro das normas internacionais quanto a resíduos químicos. Estando aí incluídos os agrotóxicos. Usados no cultivo tradicional ou de derivas. Ou ainda na conservação dos produtos. E o que todos sabem o que mais cresce no mercado são produtos orgânicos.

O Brasil vem avançando neste quesito e já são 76 produtos biológicos considerados de baixo impacto e 13 deles só nesta última liberação.

Os nossos competidores usam qualquer deslize para desvalorizar a nossa produção e entrarem no mercado. Mesmo que eles não fizeram a parte deles na área ambiental e sanitárias.

No RS não tem sido diferente mesmo que nossa legislação ambiental ainda está amarrada e está complicada chegar num equilíbrio produção e ambiente. Há muito discurso. Vamos pegar o momento atual com falta de chuva. A quanto tempo falamos em acumular água e usar irrigação. No estado chega a 1% áreas irrigadas. Legislação amarrada e não entendimento ambiental atrapalham.

Circula na internet a fala de um General americano na formação de uma turma ele diz: comece arrumando o seu quarto. Como vamos modificar comportamentos se não se consegue fazer o básico?

Quantos não capazes de separar o próprio lixo para reciclagem. Ou joga-lo pela janela do carro. De simplesmente usar uma máscara. De lavar as mãos até antes das refeições ou quando for ao banheiro. De respeitar o espaço dos outros. Do esgoto jogado nos arroios e rios diretamente. E tantos outros.

Duro de entender é misturar “ideologia” com saúde, ambiente e educação. Como que cada um, isoladamente, pode ter benefício com isto.

Estamos mudando de ano. Quem sabe nas promessas de mudança de comportamento não possa ser incluída fazer o básico na saúde, ambiente e educação. Seria dar boas condições de vida para si e todos.

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