Secretaria da Saúde promove atividades de incentivo ao aleitamento materno durante o Agosto Dourado

Mês será dedicado ao incentivo do aleitamento materno.


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Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Com o tema “Proteger a amamentação: uma responsabilidade de todos”, as atividades da Semana Mundial do Aleitamento Materno serão realizadas deste domingo (1º) até o próximo sábado (7). A programação é alusiva ao Agosto Dourado, mês dedicado ao incentivo do aleitamento materno.

A agenda se inicia com a iluminação cênica de prédios públicos e privados de Porto Alegre, com luzes douradas (âmbar) em alusão ao leite materno, “considerado alimento padrão ouro para os bebês”, explica a nutricionista Kátia Rospide, responsável pelas ações de incentivo ao Aleitamento Materno da Secretaria da Saúde (SES). Na segunda-feira (2), ocorrerá a pré-conferência que será ministrada pelo médico pediatra Carlos Gonzalez, da Universidade Autônoma de Barcelona. Na terça-feira (3) será a abertura oficial do 13º Seminário Estadual da Semana Mundial da Amamentação e do 8º Seminário Estadual da Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil. A programação vai até quarta-feira (4) em formato online.

A promoção é da SES, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre e o Conselho Regional de Nutricionistas – 2ª região. “A mensagem do tema escolhido pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno diz que é hora de informar, enfocar, engajar e articular ações para promover, proteger e apoiar o aleitamento materno em nosso Estado”, desztraca Kátia Rospide. “O aleitamento materno garante a sobrevivência, a saúde e o bem-estar das crianças e de suas famílias.”

A nutricionista informa que, apesar do crescimento dos indicadores de aleitamento materno no Brasil, dados do relatório preliminar do Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani), do Ministério da Saúde, apontam que menos da metade (45,7%) das crianças menores de seis meses de idade recebe a amamentação exclusiva. A prevalência de aleitamento materno continuado aos 12 meses (crianças de 12 a 15 meses) foi de 53,1%. O estudo avaliou 14.505 crianças brasileiras menores de cinco anos entre fevereiro de 2019 e março de 2020.

Fonte: O Sul

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