Seleção olímpica alemã abandona jogo após denúncia de racismo contra zagueiro

Jogadores saíram de campo antes do final da partida contra Honduras, no Japão, em preparação aos Jogos Olímpicos. Alemães alegam que zagueiro Jordan Torunarigha sofreu ataques racistas


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Foto: Sven Simen / Image Image

A seleção olímpica alemã de futebol deixou uma partida amistosa contra Honduras antes do fim neste sábado (17), após denúncias de ataques racistas contra o zagueiro Jordan Torunarigha.

Os jogadores deixaram o campo aos 85 minutos da partida em preparação aos Jogos Olímpicos de Tóquio. O jogo era disputado em Wakayama, no Japão, a portas fechadas em três períodos de 30 minutos e não foi retomado.

“O jogo terminou cinco minutos antes do final, com um placar de 1 a 1. Os jogadores alemães deixaram o campo depois que Jordan Torunarigha foi vítima de insultos racistas”, escreveu no Twitter a Federação Alemã de Futebol (DFB, na sigla em alemão).

“Quando um dos nossos jogadores é vítima de racismo, jogar não é uma opção”, disse o treinador da seleção alemã, Stefan Kuntz.

“[Torunarigha] mal conseguiu se conter e ficou terrivelmente chateado porque disse que tinha sido repetidamente insultado racialmente. Ficou claro para nós que isso viola nossos valores. Não podíamos tolerar isso e estamos apoiando totalmente o nosso jogador”, completou o técnico.

A Federação de Futebol de Honduras negou as acusações e afirmou, também pelo Twitter, que o incidente se tratou de um “mal-entendido dentro de campo”.

A entidade também reforçou que “reafirma seu compromisso na lutra contra a discriminação racial e étnica” e reforça que Honduras é um país multirracial, o que se reflete na representação olímpica.

“Quando um dos nossos jogadores é vítima de racismo, jogar não é uma opção”, disse o treinador da seleção alemã, Stefan Kuntz.

“[Torunarigha] mal conseguiu se conter e ficou terrivelmente chateado porque disse que tinha sido repetidamente insultado racialmente. Ficou claro para nós que isso viola nossos valores. Não podíamos tolerar isso e estamos apoiando totalmente o nosso jogador”, completou o técnico.

A Federação de Futebol de Honduras negou as acusações e afirmou, também pelo Twitter, que o incidente se tratou de um “mal-entendido dentro de campo”.

A entidade também reforçou que “reafirma seu compromisso na lutra contra a discriminação racial e étnica” e reforça que Honduras é um país multirracial, o que se reflete na representação olímpica.

Fonte: DW

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