Semana começa com amplitude térmica e previsão para chuva pelo Rio Grande do Sul

Primeira metade da semana será de manhãs frias e tardes quentes e chuva retorna após a quarta-feira (20).


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Foto: Rodrigo Gallas

A segunda-feira será um dia de tempo firme, ensolarado e com amplos períodos de céu claro em quase todo o Rio Grande do Sul. Ainda fez um pouco de frio na madrugada e no começo da manhã, mas aquece rapidamente com a presença do sol a tarde será de temperatura agradável. Em Lajeado, o dia apresenta amplitude térmica, com manhã de 13° C, e tarde de 27ºC.

Vem chuva

A semana que começa terá um novo episódio de chuva no Sul do Brasil, o que é uma excelente notícia com quase 80% dos municípios gaúchos em situação de estiagem.
A instabilidade retorna no final da quarta-feira (20) pelo Oeste gaúcho e se espalha pelo Rio Grande do Sul no decorrer da quinta-feira (21), atingindo inclusive os municípios do Vale do Taquari, levando chuva para todas as regiões.

Na sexta-feira (22), ainda chove em parte do território gaúcho e em diversos pontos de Santa Catarina e do Paraná. Alguns modelos numéricos mantém a instabilidade até sábado (23), no Rio Grande do Sul. Os mapas de diferentes modelos numéricos mostram que a chuva na segunda metade da semana deve ser generalizada e com volumes altos em diversos pontos.

Queda da poluição no Cone Sul com a pandemia

Os níveis de poluição tiveram uma significativa redução no Centro-Sul do Brasil e em países do Cone Sul no mês de abril, devido as medidas de distanciamento social pela pandemia do novo coronavírus.

O mapa, que foi produzido pela agência espacial norte-americana a partir de dados de satélite, mostra a variação do dióxido de nitrogênio na parte central da América do Sul em abril de 2020 na comparação com a média de abril de 2015 a 2019.

Observa-se uma queda expressiva dos níveis de NO2 em grandes centros urbanos, notadamente em São Paulo, Santiago do Chile e Buenos Aires, mas a diminuição é observada também na área metropolitana de Porto Alegre.

O expert Santiago Gassó, do Goddard Space Flight Center (GSFC) da NASA, explica que as emissões de dióxido de nitrogênio estão associadas a circulação de veículos e à produção industrial, que tiveram um declínio durante o mês de abril por conta da pandemia.

Fonte: MetSul

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