“Sempre foi o lanche mais pedido”, diz comerciante no Dia do Cachorro-quente

Silvia Machado fala das variedades da refeição, que comercializa há cinco anos no Parque dos Dick.


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Foto: Júlio César Lenhard

Provavelmente muitos apreciadores não saibam, mas existe o Dia do Cachorro-quente. No Brasil não chega a ser uma data muito popular, mas o 9 de setembro é lembrado em alguns países como o dia de uma das comidas mais famosas do mundo.

Em Lajeado, uma das pessoas que lida com esse lanche todos os dias é Silvia Machado, que tem o seu trailer de venda de cachorro-quente e outros lances como churros, crepes, enroladinho, xis e pastéis, além de outras opções. Ela diz que não sabia da existência de um dia específico conhecido como Dia do Cachorro-quente, e que soube da data na manhã desta quarta-feira (9) ouvindo a Rádio Independente, minutos antes de encontrarmos ela para a reportagem.


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A comerciante afirma que, embora a variedade de lanches seja grande em seu estabelecimento, o cachorro-quente é o mais pedido. “Acredito que seja por que sustenta mais que os outros lanches, e o preço é em conta”, explica.

Além do tradicional cachorro-quente de salsicha, no estabelecimento da lajeadense, intitulado Lanche Legal, na entrada do Parque Professor Theobaldo Dick, é possível encontrar o cachorrão bife, cachorrão frango, cachorrão calabresa e cachorrão churrasco. “Vamos criar novos sabores, um deles será o Cachorrão Bagual, em homenagem a Semana Farroupilha”, afirma Silvia.

Silvia inicia o expediente às 7h45, se estendendo até as 23h. “Antes da pandemia ficávamos até por volta da 1h, pois na madrugada as pessoas voltam de festas ou mesmo do trabalho e e adquirem cachorro-quente para comer aqui ou mesmo levar para casa”, destaca.

Acredita-se que o dia do cachorro-quente seja uma homenagem à suposta data de criação deste tipo de sanduíche, em 9 de setembro de 1884, na cidade de Nova York.
O cachorro quente teria sido inventado por um imigrante alemão. Ele teve a incrível (e simples) ideia de colocar uma salsicha dentro de um pão.

Texto: Júlio César Lenhard

 

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