Servidores penitenciários aprovam ‘estado de greve’ e ameaçam parar no fim do mês se Governo Leite não atender reivindicações

Categoria entregará as exigências aprovadas pelos servidores com prazo para Governo atender até o fim do mês


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Foto: Divulgação

Nesta terça-feira (11), os servidores penitenciários do Rio Grande do Sul, decidiram por unanimidade decretar ‘estado de greve’. Dessa forma, conforme deliberado em Assembleia Geral Extraordinária da categoria, a Amapergs Sindicato entregará as exigências aprovadas pelos servidores com prazo para Governo atender até o fim do mês.

De acordo com o Sindicato, se o Governo não ceder, uma greve será desencadeada no fim de janeiro. Presentes no Plenário Otávio Rocha da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, mais de 800 servidores penitenciários aprovaram uma série de exigências: Entre elas a substituição do atual superintendente da Susepe, José Giovani Rodrigues; publicação das promoções dos servidores penitenciários até o fim do mês; responsabilização da SUSEPE e SJSPS por descumprimento do decreto que obriga a publicação das promoções; manutenção da carga horário de trabalho sem qualquer alteração; reposição inflacionária igual ao que for concedido às demais forças da segurança pública do Estado como BM e PC; agilização na regulamentação da Polícia Penal, que transforma servidores penitenciários em policiais penais, equiparando-os às demais polícias.

Promoções

Os agentes reclama que durante o mês de dezembro, o Governo do Estado permitiu o avanço nas carreiras (por antiguidade e merecimento) de 2.162 servidores da Brigada Militar (BM), da Polícia Civil (PC), do Corpo de Bombeiros Militar (CBMRS) e do Instituto-Geral de Perícias (IGP). Apenas os servidores penitenciários ficaram de fora. O fato revoltou a categoria que agora ameaça parar as casas prisionais no Estado. CC

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