Solidariedade oficializa apoio a Lula nas eleições deste ano

Evento em São Paulo contou com a presença de Paulinho da Força, do ex-presidente Lula, do ex-governador Geraldo Alckmin e da presidente do PT, Gleisi Hoffmann


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Foto: Divulgação/Solidariedade

O Solidariedade oficializou nesta terça-feira (3) o apoio à pré-candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República nas eleições deste ano, em evento em São Paulo. Estiveram presentes no encontro o presidente do partido, Paulinho da Força, o ex-presidente Lula, o ex-governador Geraldo Alckmin – pré-candidato a vice na chapa de Lula, e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

“O Bolsonaro destruiu o Brasil. Nós precisamos juntar forças pra gente fazer um novo Brasil. Por isso, Lula, a nossa confiança que você vai reconstruir o Brasil […]. A direita no mundo se organizou melhor aqui. Nós vamos enfrentar uma guerra não da direita do Brasil, vamos enfrentar uma guerra com a direita do mundo. Por isso, o Solidariedade aqui hoje declara apoio a você”, disse Paulinho da Força.

VALE ESSA

A confirmação do apoio já havia sido acertado em reunião no dia 19 de abril, quando Paulinho da Força se encontrou em São Paulo com Lula e Gleisi. A reunião ocorreu após o presidente do Solidariedade receber vaias de petistas em um evento de centrais sindicais e ter sido sondado por outros partidos.

O evento do Solidariedade nesta terça também contou com a presença de líderes de forças sindicais, e Lula falou sobre o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, aprovada em 2017 na Reforma Trabalhista.

“A gente não quer de volta o imposto sindical. A gente quer apenas um artigo em uma lei que diga o seguinte: ‘é da responsabilidade do sindicato convocar os trabalhadores, em assembleia livre e soberana, e os trabalhadores decidirem como vão contribuir’. Não tem democracia forte no mundo que não tenha sindicato forte. É importante que o sindicato seja um freio na ganância empresarial. E o sindicato não quer que o empresário tenha prejuízo. Porque se os empresários tiverem prejuízo, a fábrica quebra”, afirmou o ex-presidente.

Fonte: G1

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