Taxistas estão mais vulneráveis às intempéries do tempo

"Com este frio, fico no carro ouvindo a Rádio Independente e só saio se necessário", diz Edemar Antônio Ecco


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Foto: Joel Alves

A quarta-feira (28) foi um dos dias mais frios do ano no Vale do Taquari. Em algumas cidades choveu, caiu chuva congelada e em outras regiões houve até a presença de neve. Para os taxistas, que passam o dia nas ruas, o clima passa a ter uma grande importância em suas vidas e até no número de corridas.


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Morador de Cruzeiro do Sul, Edemar Antônio Ecco, de 64 anos,  resolveu comprar um táxi depois de se aposentar e fechar a loja de calçados que era proprietário. “Depois de me aposentar resolvi ser taxista para ter uma renda extra e me manter ocupado”, fala.

Em dias de chuva e frio, o movimento nos centros das cidades é menor, então, menos pessoas precisam de táxi. Mesmo assim, eles precisam estar circulando.

Ouvinte assíduo da Rádio Independente, Ecco conhece a programação e os apresentadores de programas da emissora de cor. “Com este frio, fico no carro ouvindo a Rádio Independente e só saio se necessário”, diz Ecco.

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