Trem do metrô da Cidade do México cai em avenida e deixa dezenas de mortos e feridos

Confira as informações do programa Correspondente Independente das 8h


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Foto: Pedro Pardo/AFP

Um trem do metrô da Cidade do México descarrilou e despencou após um viaduto desabar na noite desta segunda-feira (3). Ao menos 23 pessoas morreram e 65 ficaram feridas, segundo a prefeita da capital mexicana, Claudia Sheinbaum. Há crianças entre as vítimas e 7 feridos estão em estado grave. O viaduto da linha 12 do Metrô da cidade, que vai de Mixcoac a Tláhuac, ruiu entre as estações Los Olios e Tezonco por volta de 22h30 (horário local, 0h30 de terça-feira em Brasília). A estrutura e dois vagões desabaram sobre veículos que circulavam na avenida Tláhuac. Fonte: G1

Omar Aziz admite possibilidade de CPI da Covid convocar Guedes e governadores

O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), admitiu nesta segunda-feira (3), em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, a possibilidade do colegiado convocar o ministro da Economia, Paulo Guedes, e governadores
Trem do metrô da Cidade do México cai em avenida e deixa dezenas de mortos e feridos
para prestar esclarecimentos sobre a condução da pandemia. Na semana passada, o senador havia descartado a convocação de Guedes. Ontem, mudou de tom: “se ele tiver de ir, irá”. Fonte: Correio do Povo

Ex-ministros Mandetta e Teich abrem nesta terça agenda de depoimentos da CPI da Covid

A CPI da Covid ouve hoje Luiz Henrique Mandetta, pela manhã, e Nelson Teich, à tarde, os dois primeiros ministros da Saúde do governo de Jair Bolsonaro. Eles irão falar na condição de testemunha e não podem mentir, sob o risco de incorrer no crime de falso testemunho. Mandetta esteve à frente da pasta entre janeiro de 2019 e abril de 2020. Teich, seu sucessor, comandou o ministério por menos de um mês, entre 17 de abril e 15 de maio do ano passado. Ambos deixaram o cargo após divergências com Bolsonaro relativas às políticas de contenção do coronavírus. Marcelo Queiroga e Eduardo Pazuello também serão ouvidos nesta semana. Fonte: G1

Intervalo da vacina da Pfizer: por que o Brasil adota 3 meses entre doses e não segue indicação de 21 dias?

O Ministério da Saúde começou a enviar aos estados 500 mil doses da vacina contra a Covid-19 produzida pela Pfizer/BioNTech. A pasta orientou adotar um intervalo de 3 meses entre a 1ª e a 2ª dose, embora a fabricante tenha recomendação diferente: intervalo de 21 dias. O ministério diz seguir regras do Reino Unido. Fonte: G1

Brasil tem média móvel de 2.375 mortes por Covid a cada dia; total de óbitos vai a 408,8 mil

O Brasil registrou 1.054 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou 408.829 óbitos desde o início da pandemia. Com 37.451 casos, são 14.791.434 brasileiros que já tiveram ou têm o novo coronavírus.

7 capitais estão sem vacinar com 2ª dose da CoronaVac; Rio e Fortaleza retomam

Rio e Fortaleza retomaram a vacinação com a 2ª dose da Coronavac na manhã desta segunda-feira (3). Contudo, ao menos sete capitais permanecem com problemas no estoque e estão sem imunização. No domingo, eram oito as capitais com vacinação interrompida. Belém entrou na lista, apesar de ter recebido doses do Ministério da Saúde no fim de semana. Porém, as doses seguem em fase de distribuição, e o cronograma será divulgado nesta segunda, segundo a prefeitura. Fonte: G1

Primeiras doses de vacinas da Pfizer chegam ao RS

O Rio Grande do Sul recebeu, na noite desta segunda-feira, 32.760 doses de vacinas da Pfizer. Este é o primeiro lote de vacinas Pfizer/Biontech que chega ao Estado. Por questão de logística e conservação, essa primeira remessa será utilizada apenas em Porto Alegre, integralmente destinada à aplicação da primeira dose. De acordo com o governo estadual, a maior diferença desta vacina para as que já estão em uso no Estado (Coronavac e Astrazeneca) é que as doses precisam ser mantidas congeladas a uma temperatura de -80 ºC, sendo necessário o uso de ultrafreezers. O transporte requer caixas próprias com 31 quilos de gelo seco, onde os frascos podem ficar armazenados por até 30 dias, desde que o gelo seco seja trocado a cada cinco dias. No município, as doses ainda poderão ser mantidas por até 14 dias a -20ºC, temperatura atingida por um freezer comum. No momento em que já se encontrarem nos postos de saúde e nas salas de vacina, poderão ficar por até cinco dias em refrigeração entre 2ºC e 8ºC (geladeira comum). Isto dá uma vida útil de até 49 dias após a retirada do ultrafreezer. Em um segundo momento, quando da vinda de próximas remessas, elas serão distribuídas para as 18 Coordenadorias Regionais de Saúde (CRSs), com os mesmos cuidados de refrigeração. A logística do governo do Rio Grande do Sul possibilita uma distribuição rápida das vacinas. Leva cerca de 24 horas a distribuição das remessas, desde o pouso em Porto Alegre, até se encontrarem nas 18 CRSs e, depois, chegar aos 497 municípios gaúchos. Ainda assim, se for necessário o uso de ultrafreezers para aumentar o tempo de vida útil das doses, a Secretaria da Saúde está se articulando com universidades gaúchas para montar uma rede de frio adequada. Fonte: Correio do Povo

Produção e apresentação: Júlio César Lenhard
Próxima edição: ao meio-dia.

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