Trump inicia visita a Israel e fala em ‘oportunidade rara’ para promover a paz na região

Nessa 1ª viagem internacional de Trump, líder americano visitou a Arábia Saudita. Além de autoridades israelenses, ele deve se encontrar com Abbas, da Autoridade Palestina.


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Donald Trump coloca um bilhete entre rochas do Muro das Lamentações, local de orações do Judaísmo, em Jerusalém, Israel (Foto: Jonathan Ernst/Reuters)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou na manhã desta segunda-feira (22) uma visita a Israel, na segunda etapa da sua primeira viagem internacional. Ele convidou israelenses e palestinos a trabalhar juntos e disse ver “oportunidade rara” para promover a paz na região. A viagem do chefe de estado americano começou com uma visita à Arábia Saudita, rival histórico do Irã no Oriente Médio.

“Temos diante de nós uma rara oportunidade de trazer segurança, estabilidade e paz a esta região. Mas só poderemos chegar lá trabalhando juntos. Não há outro caminho. Eu vim a esta terra sagrada e antiga para reafirmar o vínculo inquebrável entre Estados Unidos e o Estado de Israel”, declarou Trump, logo após desembarcar no aeroporto internacional Ben Gurion. O Air Force One aterrisou em Tel Aviv por volta das 12h30 no horário local (6h30, de Brasília).

A administração Trump, que pretende reativar um processo de paz estagnado entre israelenses e palestinos, pede que as duas partes adotem medidas para ajudar a restaurar um clima de confiança que favoreça o reinício do diálogo entre os dois lados, segundo a France Presse.

Críticas ao Irã

Trump participou de um encontro com o presidente israelense, Rueben Rivlin, em Jerusalém. Após a reunião, ele acusou o Irã de dar apoio aos “terroristas” e insistiu que Teerã nunca deve ter autorização para possuir armas nucleares, de acordo com a France Presse. “Estados Unidos e Israel podem afirmar com uma única voz que o Irã nunca deve ser autorizado a possuir uma arma nuclear – nunca, jamais – e que deve cessar o financiamento, o treinamento e o equipamento mortais de terroristas e milícias”, declarou.

Fonte: G1

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