Um ano após primeiro caso de Covid-19, Rio Grande do Sul vive pior momento da pandemia

Estado conseguiu dobrar o número de leitos de UTI, porém, mesmo com estrutura reforçada, o cenário atual é o pior desde o início da pandemia


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Foto: Divulgação / HBB

Um ano após registrar o primeiro caso de infecção pelo coronavírus, registrado em 10 de março do ano passado, o Rio Grande do Sul enfrenta o pior momento da pandemia, com esgotamento do sistema de saúde. Desde a confirmação do diagnóstico positivo para a Covid-19 de um homem de 60 anos, de Campo Bom, que teve histórico de viagem para Milão, na Itália, entre 16 e 23 de fevereiro, o Estado contabiliza mais de 13,5 mil mortes em decorrência da doença.

Em meio à escalada da doença no ano passado, o Estado conseguiu dobrar o número de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), disponibilizando mais de 2,1 mil unidades. Mesmo com estrutura reforçada, o cenário atual é o pior desde o início da pandemia: hospitais lotados, falta de leitos e crescimento de internações e de óbitos.

Especialistas apontam erros e acertos no combate à Covid-19, mas reforçam que falta de testagem em massa, a polarização entre economia e saúde pública, o relaxamento das medidas de isolamento social e o surgimento de novas cepas do vírus estão na raiz do aumento acentuado das internações e de mortes este ano.

Por outro lado, o governo gaúcho enumera uma série de medidas adotadas para conter o avanço da Covid-19, como o sistema de Distanciamento Controlado e a reestruturação da rede assistencial de saúde.

Fonte: Correio do Povo

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