Uma estrada aceitável é o mínimo quando se tem uma rodovia pedagiada, afirma promotor

"É incrível a gente ter que comemorar o óbvio", lamenta Sérgio Diefenbach, ao falar das condições de rodagem na RSC-453, entre Venâncio Aires e Lajeado


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Promotor Sérgio Diefenbach (Foto: Tiago Silva)

O promotor Sérgio Diefenbach repercutiu no quadro “Direto Ao Ponto” desta quarta-feira (6) o resultado de uma reunião virtual que teve na semana passada com a direção da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). Em pauta esteve o estado crítico de condições para rodagem da rodovia RSC-453, entre Venâncio Aires e Lajeado.

O integrante do Ministério Público relata que uma pendência judicial que travava a licitação foi superada, o que permitiu que o processo tenha sequência. Uma construtora de Lajeado será responsável pelas obras de manutenção e reparos na pista.

Diefenbach observa que o acordo ainda não foi assinado, e ressalta que a sociedade terá que acompanhar e fiscalizar a execução dos trabalhos. Com os pés no chão, Diefenbach aponta que “nestes episódios nós só acreditamos quando enxergamos as máquinas na pista”.

“Para deixar a estrada aceitável, essa é a obrigação quando se tem um pedagiamento de rodovias”, afirma o promotor. “É incrível a gente ter que comemorar o óbvio”, lamenta.

Diefenbach fala sobre os entraves burocráticos e legais nos requisitos que devem ser observados nos processos licitatórios. “O que traz lisura e transparência também traz lentidão, isso é o ônus da empresa pública”, reconhece.

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