União Europeia chega a acordo para reabrir fronteiras a viajantes vacinados contra Covid

Bloco terá dois critérios para aprovar viajantes: se eles estiverem plenamente vacinados ou se partiram de um país considerado seguro —pelo número de casos, o Brasil não se enquadra nesse último critério


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Mapa da Europa com ampolas da vacina contra Covid-19 e seringa (Foto: Dado Ruvic/Reuters)

Os representantes dos 27 Estados membros da União Europeia chegaram a um acordo que permite a entrada de viajantes procedentes de países de fora do bloco que já estão totalmente vacinados, informaram nesta quarta-feira (19) fontes europeias.

No hemisfério norte, o verão está próximo. Isso motivou os embaixadores dos 27 países a aprovar uma recomendação da Comissão Europeia, cuja aplicação não é, no entanto, obrigatória.

Os embaixadores dos 27 países do bloco aprovaram uma proposta que facilita a entrada das pessoas de duas maneiras:

  • Permite a entrada de qualquer pessoa plenamente vacinada, desde que ela tenha recebido doses de imunizantes que têm a aprovação da agência europeia de remédios;
  • Muda os critérios para considerar um país seguro em relação à Covid

A ideia é que viajantes estrangeiros de mais países possam entrar na União Europeia. A esperança é que isso possa impulsionar a indústria do turismo.

1º critério: vacinados poderão entrar

As vacinas que a União Europeia autorizou são as fabricadas com as tecnologias desenvolvidas pelas seguintes empresas:

  • AstraZeneca;
  • Johnson&Johnson;
  • Pfizer;
  • Moderna.

De acordo com o texto na página da União Europeia, a proposta reflete o conselho de especialistas que consideram que a vacina auxilia a quebrar a cadeia de transmissão do vírus.

Os Estados do bloco devem permitir a entrada de todos aqueles que receberam a segunda dose da vacina há pelo pelos 14 dias.

2º critério: boa situação epidemiológica

O Brasil deve ficar de fora dos países por esse critério.

O conselho decide quais os países de onde podem sair viajantes com base em critérios epidemiológicos. A regra atual é que somente países onde a taxa de infecção por 100 mil pessoas é de 25 nos últimos 14 dias. A proposta é alterar essa taxa para 100 notificações nos últimos 14 dias.

O número mais recente do Brasil é de 395.

Fonte: G1

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