Univates retoma formaturas presenciais em dezembro, com uma turma de Medicina

Teatros foram liberados com a ocupação de 40%. Na Univates, serão permitidas 450 pessoas nas formaturas, entre alunos, familiares e organizadores.


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A Univates retoma a partir de 19 de dezembro as formaturas presenciais no Teatro Univates. O retorno será por uma turma de Medicina, com 25 alunos. O calendário prossegue a partir do segundo final de semana de janeiro, com as cerimônias de turmas da área de saúde. Até fevereiro do ano que vem, a universidade forma alunos que tiveram seus eventos afetados pela pandemia de coronavírus neste ano.


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Durante este período, a instituição adaptou os protocolos para a realização das cerimônias. “Nós estávamos trabalhando com as formaturas de forma individualiza, um gabinete individualizado, mas estávamos permitindo alguns familiares, utilizando todos os protocolos vigentes”, explica a coordenadora do setor de Cultura e Eventos da universidade, Daniela Castro Salvador. “Nós tentamos tornar, mesmo na pandemia, aquele momento emocionante, que é o que nossos alunos desejam.”

O retorno de eventos presenciais foi possível a partir da liberação por parte do governo do estado, com limitação de público e adoção de padrões de higiene e sanitização. “Os teatros foram liberados com a ocupação de 40%. Como o nosso teatro tem 1.160 lugares, nós estamos trabalhando com um público de 450 pessoas. Esse número contanto com formandos, a equipe que estiver trabalhando e os convidados”, Daniela explica.

Conforme ela, foi um quebra-cabeça montar, junto com as comissões de formatura, diretores e reitoria o calendário de cerimônias. A partir de agora, a prioridade é a questão acadêmica, diz ela. “Até março, o teatro atende às formaturas”, afirma Daniela.

Depois que o calendário de formaturas for posto em dia, a Univates focará também em produtos culturais. Shows e demais apresentações culturais foram remarcados com as produtoras. Para a gestora de Cultura e Eventos, “é triste ver aquele teatro” sem a realização de espetáculos. “Foram sete meses vendo aquele teatro vazio, não é nada bom”, lamenta Daniela.

Texto: Tiago Silva
web@independente.com.br

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