Veja como os deputados e senadores gaúchos votaram em relação ao veto do fundo eleitoral

Bancada do Rio Grande do Sul se dividiu e deu 14 votos contra e 14 a favor do fundo de R$ 5,7 bilhões para financiamento de campanha eleitoral. No Senado, dois a favor e um contra


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Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

O Congresso Nacional aprovou, na última terça-feira (21), o Orçamento da União para 2022. Dentre as definições, o valor de R$ 4,9 bilhões fundo eleitoral. O texto aprovado, o substitutivo do relator-geral, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), definiu um valor R$ 800 milhões abaixo do teto de R$ 5,7 bilhões estipulado pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para esse tipo de gasto.

VALE ESSA

A promulgação foi resultado da derrubada do veto de Bolsonaro, contrário ao valor destinado ao fundo, por deputados e senadores no dia 17, em sessão do Congresso Nacional. Na Câmara, foram 317 votos a favor da derrubada e 146 contra. No Senado, foram 53 votos pela derrubada e 21 pela manutenção do veto.

Dentre os representantes gaúchos em Brasília, na Câmara, foram 14 votos pela manutenção do veto (contra o fundão) e 14 pela derrubada (a favor do fundão). No Senado, dois votos pela derrubada do veto (Paulo Paim, do PT, e Luis Carlos Heinze, do PP) e um pela manutenção (Lasier Martins, do Podemos).

Confira como votaram os deputados gaúchos no veto de Bolsonaro ao fundão:

SIM (contra o fundão de R$ 5,7 bilhões)
• Bibo Nunes (PSL), Marcelo Brum (PSL) e Ubiratan Sanderson (PSL); Daniel Trzeciak (PSDB) e Lucas Redecker (PSDB); Marcelo Moraes (PTB) e Maurício Dziedricki (PTB); Afonso Hamm (PP); Carlos Gomes (Republicanos); Fernanda Melchionna (PSOL); Liziane Bayer (PSB); Marcel van Hattem (Novo); Dionilso Marcon (PT) e Pompeo de Mattos (PDT).

NÃO (a favor do fundão de R$ 5,7 bilhões)
• Alceu Moreira (MDB), Giovani Feltes (MDB), Márcio Biolchi (MDB) e Osmar Terra (MDB); Bohn Gass (PT); Henrique Fontana (PT) e Paulo Pimenta (PT); Covatti Filho (PP); Jerônimo Goergen (PP) e Pedro Westphalen (PP); Giovani Cherini (PL), Heitor Schuch (PSB), Nereu Crispim (PSL) e Paulo V. Caleffi (PSD);

NÃO VOTARAM
• Afonso Motta (PDT) e Marlon Santos (PDT); e Maria do Rosário (PT).

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