Vovolar Lajeado promove campanha para presentear e fazer as idosas reviverem a magia do Natal

Casa de acolhimento está fechada para visitas desde março devido à pandemia de coronavírus.


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Foto: Divulgação

A Vovolar Lajeado — instituição filantrópica de longa permanência que tem por objetivo prestar acolhimento e assegurar a proteção integral da mulher idosa, através da convivência familiar e comunitária — promove a campanha “Seja um padrinho para o Natal da Vovolar”. Segundo a psicóloga Alana Tieli Pavi a ação tem por objetivo proporcionar a magia do Natal às idosas que estão isoladas desde março na casa de acolhimento devido à pandemia de coronavírus.


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Todas as doações serão bem-vindas. “Elas gostam de receber mimos. Elas estavam comentando de escrever uma cartinha para o Papai Noel para ganhar um vestido, um perfume. Queremos que elas revivam este sentimento bom que o Natal traz”, explica Alana.

Interessados em realizar doações específicas para as idosas podem entrar em contato com a Vovolar pelo telefone: (51) 3710-2400; e-mail: vovolarlajeado@gmail.com; ou Instagram: @vovolarlajeado. A partir do contato, as funcionárias da Vovolar aconselharão qual o presente que pode ser dado de acordo com o pedido das idosas; como roupas, calçados e o tamanho de determinado item.

Também são bem-vindos produtos para a ceia. “Um chester, um suco, uma sobremesa.” No dia do Natal, a ideia é enfeitar a rua e marcar de hora em hora com cada família para que elas possam homenagear as vovós.

Ações, doações e voluntariado

Psicóloga da Vovolar, Alana Tieli Pavi (Foto: Arquivo Pessoal)

A casa faz ações mensais para arrecadar valores. É assim que a instituição de acolhimento se mantém. “Vamos buscando com parceiros, empresários, que possam nos ajudar.”

Com a pandemia, a Vovolar perdeu muitas doações que eram levadas até a casa. “A gente faz campanhas mensais para conseguir leite, fraldas e produtos de higiene e limpeza. É o que a gente mais utiliza. O restante vem por projetos em que conseguimos arrecadar verbas. A nossa conta é bem limitada dentro do que a gente precisa. Toda ação é bem-vinda. Todo voluntário é bem-vindo. Tivemos nessa pandemia pessoas que foram cortar a grama pra gente. Ajeitaram a horta para as vovós”, conta a psicóloga da Vovolar.

Texto: Rodrigo Gallas
web@independente.com.br

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